"Há dois anos, Schumi encerrou sua carreira no automobilismo e desfruta a “nova liberdade” com sua família em uma fazenda em Gland, perto do Lago de Genebra. Lá ele concedeu uma entrevista exclusiva ao seu amigo Johannes B. Kerner, transmitida ontem à noite pela emissora de televisão alemã ZDF.A passagem que mais me impressionou na entrevista foi quando ele falou da morte de Ayrton Senna, em 1994, no auge de um duelo com o jovem piloto alemão. Na época, ele foi muito criticado por não ter ido ao enterro do piloto brasileiro. Schumi explicou que nunca gostou de multidões e que isso seria inevitável no enterro. “Em pensamento estive lá. Mais tarde, eu e minha esposa Corina visitamos o túmulo de Senna. Foi a minha maneira de me despedir dele”.Schumi ficou visivelmente comovido quando falou do piloto brasileiro.
“Ayrton Senna era meu ídolo, entre aspas. Ele era considerado quase imortal e o choque mais duro foi constatar se pode morrer nesse esporte que se ama, o que não tinha mais acontecido desde que eu entrara para a Fórmula 1.”
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